terça-feira, 29 de maio de 2012

Porque a vida e como ela surgiu são provas de que Deus existe?


















Na verdade elas são provas de que Deus existe, porque são a forma mais racional de que dispomos para comprovarmos que uma mente inteligente andou contrariando as leis da física e química, para deixar rastros de suas mãos! Naturalmente as coisas tendem a se desorganizarem, a vida é o oposto disso, o máximo de organização e complexidade que podemos conhecer está em nossas cabeças; o cérebro humano é, para uma mente intelectualmente honesta, por demais complexo e organizado para ser fruto do acaso, e prova suficiente de que existe uma mente por trás de toda esta complexidade e ordem!

Como se trata do próprio criador Ele pode mexer nas leis naturais que criou para nós, isso é o que nós chamamos de fenômeno sobrenatural. Resumindo o que nós estamos querendo dizer, ficaria assim: Deus, um ser que tem todo o poder e sabe todas as coisas decidiu em sua soberana vontade criar o universo e o homem. E para que futuramente os homens não tivessem de que se desculparem por não tê-lo conhecido, fez tudo de forma que pudéssemos inferir a sua ação sobrenatural, ou seja, criou as leis naturais e fez a vida usando o seu poder extraordinário, contrariando a natureza, que como já dissemos por si só não gera tamanha complexidade e ordem que encontramos nos seres vivos, especialmente o homem.

Diz a Bíblia em Rm 1.18-22:

“Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens que detém a verdade em injustiça; porquanto o que de Deus se pode conhecer neles se manifesta, porque Deus lho manifestou. Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder como sua divindade, se entendem e claramente se veem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis; porquanto tendo conhecido a Deus não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos.”

Para muitos a crença no Deus cristão não passa de fanatismo religioso e suicídio intelectual, porém essa visão está altamente em contraste com os próprios ensinos da Bíblia. Para você que tem essa visão recomendamos a leitura do livro de Provérbios e também Eclesiastes, que são livros da bíblia, manual dos cristãos. Em ambos os livros vemos o incentivo a buscar sabedoria e inteligência. Cremos em Deus baseados em sólida inteligência e estudo dos fatos, é claro que nem todos os cristãos sabem ao certo como ser um. Muitos não estudam a fundo para saber se estão certos ou não, mas isso não significa que Deus não possa ter se revelado a estes. Para crer em Deus basta sermos honestos com nossas próprias mentes e aceitarmos o seu chamado e a sua lei moral que está gravada em nossos corações. Não precisamos ser pessoas intelectualistas ao extremo e sabermos explicar tudo sobre Deus. Como se lê acima, uma maneira que Deus quis usar para se revelar aos homens foi a sua criação, isso nos leva a crer naquilo que não podemos ver (seu eterno poder), por isso é que cremos tão firmemente. Porque vemos a mão de um ser inteligente atuando para a manutenção da vida em nosso planeta, somos capazes de entender que Deus fez tudo isso, mas não somos capazes de entender tudo sobre Ele. Como dizia um professor meu: “Fácil ou difícil?”. 

O evangelho é simples. Deus não enviou Jesus para explicar como Ele fez o universo cientificamente, até por que Ele está acima da ciência dos homens. Deus o enviou para mostrar como é grande o amor que tem para com os que fez a sua imagem e semelhança. A mensagem do evangelho é de tal forma que é capaz de atingir o coração do intelectual e também daquele que não teve a oportunidade de frequentar uma escola. Acreditamos que é coisa boa e simples a mensagem de Jesus.

Disse Jesus:

 “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.” (Mt 11.28).

“O ladrão não vem senão a roubar, a matar e a destruir; eu vim para que tenhais vida e a tenham com abundância.” (Jo 10.10). 

“Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim.” (Jo 14.6).

Na carta de Paulo aos romanos diz assim: “Mas Deus prova o seu amor para conosco em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.” (Rm 5.8).

Deus simplesmente criou o mundo e os homens para serem seus filhos em amor e obediência. E o maior desejo do Pai é que todos entendam este amor recebendo a Jesus, seu filho, como seu único salvador e Senhor. Pois todos pecaram e estão longe da glória de Deus. Para reconciliar sua criatura consigo mesmo o Senhor fez grande sacrifício, e tudo por amor e justiça. Pense nisso!
 Mesmo quando o rejeitamos, por ignorância ou arrogância, Ele nos ama.   

“Nós o amamos porque ele nos amou primeiro.” (1Jo 4.19).



Anderson Oliveira da Silva

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Dai honra a quem tem honra
















Na segunda feira, desta semana, tivemos na sede de nosso ministério a posse dos dirigentes de congregações, como ocorre todo ano. O que não esperávamos, porém temíamos, é que nosso amado pastor dirigente fosse transferido para outra igreja. O que acabou ocorrendo, promovendo assim grande comoção e choro no culto em que veio a despedir-se. Estamos usando este espaço para fazer a declaração publica de nosso amor e admiração pela pessoa de nosso amigo e pastor, Oziris Oliveira.

Sendo um homem exemplar em sua conduta e de firmeza em suas decisões, desagradou uns poucos irreverentes e outros maldizentes, mas não desagradou ao Senhor nem aos verdadeiros crentes em Jesus, que creio serem maioria. Não é perfeito, mas podemos ver que se esforça na busca da perfeição.

Sentiremos muito a falta de nosso pastor. Foram bons anos de aprendizagem com o exemplo de vida do nosso irmão, que verdadeiramente é um líder piedoso e temente ao Senhor como manda as escrituras. O prezado pastor pode estar ciente que o amamos de todo o coração e que sentiremos muito a sua ausência em nossas reuniões.

Desejamos que o Senhor o abençoe e lhe dê mais e mais da sua graça, que Deus  derrame sobre ele e sua família toda sorte de bênçãos espirituais e que onde o querido pastor estiver o grande Deus esteja sempre ao seu lado. Estaremos orando para que tudo vá bem na nova congregação e na obra do Senhor, que tem de ser feita em qualquer lugar com a mesma excelência e dedicação.

Deixamos ao nosso prezado irmão em Cristo uma passagem bíblica para a sua meditação;

Js 1. 8-9: “Não se aparte da tua boca o livro desta lei; antes, medita nele dia e noite, para que tenhais cuidado de fazer conforme tudo quanto nele está escrito; porque, então, farás prosperar o teu caminho e, então, prudentemente te conduzirás.

Não to mandei eu? Esforça-te e tem bom ânimo; não pasmes, nem te espantes, porque o Senhor, teu Deus, é contigo, por onde quer que andares.”

 Carinhosamente.


                             Anderson Oliveira e família

sábado, 14 de janeiro de 2012

De Quem é a resposta para a questão da existência de Deus?
















Questão difícil, mas não impossível de responder. Primeiramente vamos olhar para quem está interessado na resposta. Depois, vejamos as implicações das diferentes repostas para cada grupo interessado.

Quem está interessado nessa resposta?

Basicamente são dois os grupos interessados. De um lado os cientistas de todos os ramos da ciência, desde a matemática à filosofia, de outro os religiosos de todas as classes de religião. Sabemos também, e é importante salientar, que dentro de cada um  desses dois grupos já existe uma discussão e não são todos unânimes nas suas conclusões. Tentaremos discorrer sobre isso com cuidado e observando ao máximo todos os grupos, ainda que de forma mais superficial. Tencionamos atingir da forma mais completa possível todos os interessados.

Bem, existem vários ramos da ciência, mas todos atualmente têm algo em comum. A ciência é algo experimental. Para que algum conhecimento seja dito científico deve ser passivo de experimentação. Os métodos de cada aérea do conhecimento são diferentes, mas uma coisa é certa, só é classificado como ciência aquilo que é passivo de testes e de ser reproduzido em laboratório. Isso não significa que para se conhecer os efeitos da gravidade eu precise tomar toda a terra e testar a gravidade dela dentro de um laboratório, muitos não fazem esta distinção em suas argumentações. O que estamos dizendo é que o teste em laboratório pode ser realizado também a pequenas dimensões do fenômeno sujeito ao experimento, e ainda ser tido como experimental ou científico. Os ateus dizem-se estarem enquadrados nesse grupo.

Do lado das religiões temos vários grupos. Avaliaremos os dois grandes grupos: Teísmo e panteísmo. Os teístas são aqueles que acreditam em um Deus transcendente e pessoal que criou e governa todo o universo, mas não é o universo. Nesse grupo estão: Cristianismo, Judaísmo e Islamismo. Os panteístas são aqueles que acreditam na natureza e no universo, incluindo o homem, como sendo Deus. (tudo é Deus).

Então vem a pergunta: Quais os meios usados por esses grupos para defender e responder sobre a questão da existência de Deus?

Para os religiosos teístas (nosso caso), Deus não pode ser experimentado pelo mesmo método que os cientistas usam. Para se experimentar a Deus é necessário obedecer a sua palavra, os cristãos tem como palavra de Deus a Bíblia (nosso caso). Mas a comunidade científica não aceita esse tipo de experimento, no qual primeiramente se confia em alguém para depois obter o resultado. Os cientistas de forma geral são arrogantes e prepotentes e pensam que podem explicar tudo por meio da razão. Eis um problema moral antes de ser intelectual. Apenas algumas coisas podem ser contempladas pelo método científico outras devem ser deixadas para a fé. Esta parte o cientista também usa, mas na direção errada. Ao invés de concluir Deus ele conclui o acaso.

Exemplificando melhor, vejamos como seria o método de experiência do cristão. Primeiramente ele lê a sua Bíblia e ela diz: “Honra a teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra” (Ex 20. 12), então o crente, para ver se Deus é mesmo Deus experimenta obedecer o mandamento e testar se Deus vai ou não multiplicar os seu dias na face da terra. A bíblia não está interessada em provar que Deus existe por meio da ciência pura e sem a fé. Para nós que cremos no Deus Bíblico, não se pode explicar Ele pela nossa mente limitada. Para isso é preciso reconhecer que somos limitados. Muitos pela sua arrogância não se sujeitam a Deus, para não ter que reconhecer que são falíveis e passivos de erro. Reconhecer um erro é particularmente humilhante e a comunidade científica não quer admiti-lo. Teorias e mais teorias sem comprovação experimental são reconhecidas como científicas e como verdades incontestes. Mas, quando se trata de reconhecer que o universo em toda sua complexidade só pode ter uma mente criadora e um propósito, dizem não poder comprovar isso.

Obedeçam a palavra de Deus e façam o teste para ver se Ele não é mais verdadeiro que muitos enunciados ditos científicos. Os cientistas ao longo da história têm feito muitas afirmações erradas e depois que se descobre um novo fenômeno, verificam que eram falsas. Nem por isso a ciência caiu em descrédito. Continuamos a acreditar, muitas vezes, mais na afirmação de um cientista do que na palavra de Deus. Quem deu esse estatus de infalibilidade aos cientistas?

Embora tenhamos visto muitas afirmações científicas caírem em descrédito com o passar dos anos, nunca veremos a palavra de Deus falhar. Quer saber se Deus existe? Pois o experimente através da obediência a sua palavra. Esse experimento nunca falha!
 
Porque não obedecer a Bíblia? Qual o problema?  Intelectual ou volitivo e moral?

Veremos isso em outras postagens...


                    Anderson Oliveira da Silva                  

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Em Defesa da Fé Cristã


O texto que segue logo abaixo é um pequeno trecho do livro que dá nome a postagem. É um texto bastante claro e conciso, que traz luz a uma questão ou afirmação que é sempre repetida pelos críticos ao cristianismo e ao teísmo bíblico.  Esperamos que todos façam boa leitura! 



Confrontando o Dilema de Lênin

Questão: Obviamente, toda a idéia de fé em Deus foi inventada por lideres religiosos a fim de iludir e escravizar seus seguidores. Essa é uma coisa que todas as religiões têm em comum: uma classe de elite formada por clérigos que arrebanham pessoas para acreditarem em algum Deus mítico e depois fingem que são intermediários desse Deus para manter as pessoas sob seu poder­­­

― e cobram muito caro para assim fazer.

Resposta: Essa é a teoria de Lênin. Ele também era materialista. Não existia nada para Lênin, exceto o mundo físico, e a única maneira para conhecer esse mundo era entrar em contato com ele. Lênin assim como Freud, acreditava que o homem era um mecanismo de estímulo-resposta, sem espírito nem alma, apenas um punhado de moléculas de proteínas ligadas por nervos. O comportamento do homem foi aprendido por meio da experiência e, conseqüentemente, poderia ser reprogramado por meio da “modificação comportamental”, uma palavra educada para “lavagem cerebral”, que os comunistas transformam em uma arte primorosa, embora ela só funcionasse por meio da destruição da pessoa.

É claro, não havia espaço para Deus nessa teoria e foi precisamente isso que criou problemas para Lênin quando ele ousou pensar sobre essa concepção. O homem pode apenas conhecer o aquilo que existe no reino físico. Os animais não têm deuses, portanto, por que o homem em seu processo evolucionário desenvolveu tal fantasia?

De acordo com sua teoria, o homem é um mecanismo estimulo-reposta e, portanto, pode apenas conhecer aquilo que o estimula. Quando ele toca algo quente ou frio ele aprende sobre “quente” e “frio”. Quando ele toca ou é atingido por algo duro ele aprende sobre “duro”. Tudo que pode conhecer sobre as coisas é o que já experimentou: o estímulo do mundo físico e sua resposta instintiva que foi herdada através de milhões de anos de evolução e que depois foi modificada e reprogramada de acordo com sua experiência pessoal. Até mesmo a ciência não tem outra fonte de conhecimento.

De acordo com essa teoria o homem não consegue nem mesmo pensar ou fantasiar sobre algo que não existe no mundo físico. É óbvio, que com a ajuda de um pouco de bebida alcoólica ele pode ter visões de elefantes cor-de-rosa, mas a cor-de-rosa existe e os elefantes também. Ele pode sonhar com o “paraíso” ou com o “céu”, mas isso estaria sempre em conformidade com sua experiência: uma “terra boa para caça” para o índio americano ou uma terra de luxo para os faraós, cuja evidencia seriam os arcos e flechas ou as vestes e jóias enterradas com os mortos.

Que "estímulo" causou a resposta "Deus" nas mentes humanas?

A teoria parecia consistente e poderia ser demonstrada aos céticos provocadores por meio da visualização de uma nova cor primária para o arco-íris. Ninguém conseguiu fazer isso. Obviamente, não existe nada exceto o mundo material e ninguém pode conhecer nada que não exista e que não tenha sido experimentado. Havia apenas uma falha: as pessoas tolas tinham uma fantasia em relação a Deus. Qual a origem disso?

Aqueles clérigos desprezíveis devem ter inventado “Deus” e desde que assim o fizeram encheram as mentes das pessoas comuns com essa ilusão a fim de mantê-las aprisionadas. O comunismo as libertaria desse ópio do povo! Tudo bem, mas de onde os clérigos obtiveram essa idéia se ninguém pode pensar em nada que não exista? Qual foi o “estímulo” que causou essa “resposta Deus”? Esse é o ponto essencial. Conforme a teoria de Lênin, Deus tinha de existir ou ninguém seria capaz de sonhar com essa idéia. Não é interessante notar que a bíblia, ao contrário dos filósofos que estão tentando desenvolver provas da existência de Deus há séculos, não perca seu tempo com explicações desse tipo? A bíblia é o único livro em que alguém certamente esperaria ver muitos argumentos completos apresentados em favor da existência de Deus, mas nenhum deles é oferecido!

Certamente, aquele fato diz algo importante sobre a bíblia e sobre Deus: Ele já fez contato com a consciência de cada pessoa. Todos sabem que Deus existe, e isto inclui você. Portanto, a Bíblia nem mesmo argumenta sobre a questão, pois o fato de que toda a humanidade possui esse conceito comprova a existência dEle.  


Texto extraído do livro: Em Defesa da Fé Cristã. 
Autor: Dave Hunt.
Editado pela CPAD, segunda edição 2006.

  

                          Glória ao Rei dos Reis! 

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Respostas ao ateísmo-Parte II















Analogia falaciosa de um ateu acerca de Deus o inferno e o homem:

Eu seguro uma arma apontando contra a sua cabeça dizendo para me dar 100 dólares...

Não me faça atirar em você...

Conclusão do ateu:

 Isso é uma barganha e se você se recusar a dar os 100 dólares você não cometeu suicídio.

Deus segura a arma, a vítima é você, leitor. O ateu conclui e lhe diz que você não foi o responsável pela sua morte se não deu ao ladrão os 100 dólares. Ou seja, Deus te obriga a ir pro inferno, por você não lhe dar o que Ele quer.

Parece ser uma conclusão bastante coerente, mas se avaliada com cuidado percebe-se que na verdade o problema do ateu é o seu próprio eu, e que essa conclusão deriva-se da sua vã maneira de ver o que Deus fez e faz. Na verdade o ateu reclama que Deus não deveria dar apenas duas opções ao homem, sendo que uma delas é terrível (o inferno) e o obriga a servir a Deus mesmo sem entendê-lo. Porém, esse pensamento do ateu não faz de Deus um ser menos amoroso ou justo. Deus deixou para nós a sua palavra e deixou também gravado em nós a sua lei, no entanto não nos obriga a servi-lo. O ateu vai reclamar: mais eu não quero obedecer a Deus e não quero ir para o inferno. Essa é uma tentativa de dizer que Deus é quem decide para onde vai o homem que desobedece e, portanto Ele seria mau, entretanto Deus está agindo com justiça e o homem não pode achar em sua carnal compreensão que Ele não é justo, pois Ele deu verdadeira liberdade ao homem. 

Mas, nos referindo especificamente à analogia falsária do ateu, nós podemos observar as incongruências de uma mente puramente materialista. Pois compara o amor de Deus demonstrado na cruz a simplesmente um desejo de assaltante querendo receber dinheiro, ou seja, ele está comparando o Desejo justo de Deus de que todo homem se salve com a atitude criminosa de um ladrão, e se colocando como a vítima de um crime. Isso se chama egolatria e é pecado contra Deus. Não querem adorar a Deus, mas adoram a si mesmos. Dizem não achar razão para crer baseando-se no seu desejo de não crer, o que é uma tendência natural do homem caído no pecado. A analogia correta seria: Um pai amoroso chama seu filho para que o obedeça e viva com ele uma vida plena de paz e alegria, promete-lhe tudo de bom e até o que ele nunca pensou nem deceu ainda ao seu coração, e mais, tudo isso ele está oferecendo de graça, pois ele é muito bom e está pronto até a perdoar esse filho pelas suas desobediências, providenciando um meio para que a justiça e o amor se coadunem, então para que a sua justiça se cumpra e não querendo que seu filho se perca, sem que Ele tome nenhuma atitude, Ele resolve sacrificar-se a si mesmo para dar o perdão justo ao seu filho que desobedeceu, pois ele é um pai perfeito e justo e na sua justiça não existe impunidade, entretanto ele não é apenas justo também é amoroso, sendo assim ele oferece ao seu filho o perdão, bastando ao filho se arrepender dos seus erros e reconhecer em seu coração que errou e precisa de perdão, pois a desobediência diante de um pai tão justo é um crime digno de morte. Portanto, concluímos que Deus o Pai não é mau conquanto seja justo, ao contrário do que muitos, que não se rendem a palavra dizem, a justiça faz parte do amor. Para Deus não existe amor genuíno em uma pessoa injusta.

Mais que analogia grande! É engano seu. Deus nem se quer cabe, eu acredito, dentro de analogias, Ele apenas se revela aos poucos através delas como fez Jesus tão sabiamente usando as parábolas. O ateu mais uma vez está correto, mas ainda sim não entendeu o que concluiu. Certamente as pessoas não se mandam para o inferno, pelo menos em certo sentido, mas elas sabem que existe um pai e juiz que lhes está observando e que um dia vai lhes julgar pelas suas obras. O problema do ateu é que ele pensa ser o método de punição de Deus injusto, ou seja, o melhor padrão de justiça é o dele. Isso é risível vindo de um ser tão pobre de intelecto que nem sequer entendeu por completo a palavra de Deus. Para se entender as coisas de Deus é necessário querer e é isso que lhes falta. Resta dizer que muitos levam uma vida estudando a bíblia e ainda sim não entendem ela toda. Como homens sem ter completado a idade avançada (e ainda que completem ainda serão homens) acham que podem julgar a Deus?

Deixo a vocês nobres ateus um texto bíblico: Sl 10. 4
                             
                                       Glória a JESUS!


       Anderson Oliveira da Silva